domingo, 12 de julho de 2009

SOB OS VÉUS DO ISLAMISMO


"OS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO DE 2001, FIZERAM CRESCER
O PRECONCEITO DO OCIDENTE EM RELAÇÃO AO ISLAMISMO.
MAS POR TRÁS DE IMAGENS NEGATIVAS COMO AS BURGAS AFE-
GÃS E O FUNDAMENTALISMO, EXISTE UMA RELIGIÃO QUE PREGA
A TOTAL ENTREGA AOS DESÍGNIOS DE ALLAH."

Sexta-feira, início da tarde. Aos poucos, os fiéis vão chegando, retirando os sapatos e sentando no grande pátio iluminado e revestido de tapete.

As mulheres, cobertas de véus, dirigem-se a uma ala separada da mesquita, no andar de cima, onde irão acompanhar as orações. Não há imagens nas paredes, apenas desenhos coloridos com motivos abstratos ou palavras escritas em árabe. Pouco tempo depois, os fiéis voltam-se para o MIHRAB, espécie de púlpito, onde o sheik -líder religioso muçulmano - conduz as orações. A localização do púlpito não é aleatória. Ele indica a direção para onde os fiéis devem orar: Meca, na Arábia Saudita. Em questão de minutos, o local é completamente tomado por uma atmosfera de intensa contemplação. Recitando trechos do Corão, o livro sagrado do Islã, os fiéis repetem uma seqüência ritual em que se curvam, se ajoelham e se prostram diante do sagrado. É hora de reverenciar Allah.

O ritual da Mesquita de Santo Amaro, em São Paulo, é repetido por milhões de pessoas espalhadas pelos quatro cantos do planeta. O Islamismo é a religião que mais cresce no mundo e é a segunda em número de fiéis: perde apenas para o Cristianismo. Desde que surgiu na Arábia Saudita, há quase 1400 anos, a religião do profeta Muhammad (Maomé) conquistou adeptos no mundo inteiro, com 1,3 bilhão de seguidores. Ou seja, um em cada cinco habitantes do planeta segue o Corão. Entre os adeptos do Islamismo estão, também, pessoas que faziam parte de outras religiões, como Rosângela França, de 40 anos, ex-católica que se tornou muçulmana há nove, após se decepcionar com sua antiga religião. "No Islã, encontrei a resposta para os meus questionamentos", afirma.

Se você visitar qualquer mesquita, mesmo não sendo muçulmano, provavelmente ouvirá de um fiel Salam Alaikum, ou, "que a paz esteja com você". Para quem se acostumou a ver a religião islâmica associada a uma imagem de violência e intolerância, pode parecer estranho que uma mensagem tão pacífica seja a forma de saudação entre os muçulmanos. Esse é apenas um exemplo de como a visão ocidental sobre o Islamismo muitas vezes é distorcida pelo preconceito e pela falta de informação. Além dos véus femininos, das palavras de ordem do Corão e da freqüente mistura entre fé e política - estereótipos sobre o Islã tão fortes no Ocidente -, existe uma religião que estimula o exercício da caridade, da devoção e da total entrega ao sagrado. Basta descobri-la.

O ISLÃ É VIOLENTO?

Seria ingenuidade afirmar que o Corão não traz passagens duras. Existem, sim, trechos que, se lidos isoladamente, podem inspirar o extremismo e a violência. O mais famoso deles diz: "Matai os idólatras, onde quer que os acheis; capturai-os, acossai-os e espreitai-os". Ao longo da história, muitos líderes muçulmanos usaram o trecho para justificar ataques contra os chamados inimigos do Islã, numa leitura que os teólogos muçulmanos consideram equivocada.

Nas Escrituras judaicas e cristãs, contudo, também há passagens igualmente belicosas. Como lembra Karen Armstrong, no prefácio de seu livro Maomé Uma Biografia do Profeta, na Torá, a Bíblia hebraica, os israelitas são repetidamente conclamados a expulsar os cananeus da Terra Prometida, a destruir seus símbolos sagrados e a não fazer nenhum tipo de acordo com eles. O próprio Jesus, numa ocasião, chega a dizer que não veio trazer a paz, mas a espada. Mesmo assim, não pairam sobre o Cristianismo e o Judaísmo a acusação de serem crenças violentas.

Os atentados contra as torres do world Trade Center, em Nova York, e as posteriores declarações do saudita Osama bin Laden contribuíram para aumentar a visão negativa do Ocidente sobre o Islã. "Se alguns muçulmanos cometem erros e alegam ser da religião islâmica, o problema é de quem erra e não da religião. O papa Urbano II instituiu a Primeira Cruzada e provocou o massacre de centenas de pessoas. O erro foi da religião católica? Não, o erro foi dele", afirma o sheik Jihad Hassan Hammadeh, um dos líderes do Islã no Brasil. "Dizer que o Islamismo incita o terrorismo é mentira. O terrorismo existe em qualquer lugar. É injusto pegar um caso isolado e generalizar", diz Helmi Nasr, professor de estudos orientais da Faculdade de Letras da USP. Na essência, o Islamismo é uma religião pacífica. A própria palavra ISLAM, que significa "submissão" à vontade de Deus, é derivada da palavra SALAM, ou paz.

Era inevitável que o Corão tratasse de guerra, já que nos séculos 6 e 7, quando o profeta Muhammad viveu, a Arábia era o cenário de uma sociedade extremamente violenta, dividida em tribos nômades e com freqüente derramamento de sangue. As Escrituras muçulmanas são claras ao pregar que a violência cometida pelo inimigo deve ser respondida na mesma proporção - a resposta não pode ser nem menos nem mais violenta que a ofensa. A guerra, no entanto, deve ser o último recurso. "Se eles inclinarem à paz, inclina-te também a ela", afirma o livro sagrado.

JIHAD, que costuma aparecer no noticiário como sinônimo de "guerra santa", na verdade significa "esforço". É a obrigação de cada muçulmano se empenhar numa luta em todas as frentes: moral, espiritual, política - para criar uma sociedade justa e decente. A luta e a guerra às vezes podem ser necessárias, mas são um esforço menor. A jihad maior é o empenho em derrotar as forças do mal dentro de cada um e na comunidade onde se vive. Muhammad, ele mesmo um excelente estrategista militar, ao voltar de uma batalha, afirmou: "Nós voltamos da jihad menor para a jihad maior".

AS MULHERES SÃO OPRIMIDAS?

A crença islâmica costuma ser tida como extremamente machista - uma idéia refutada com veemência por muçulmanos e muçulmanas. "Nenhuma religião deu tantos direitos para a mulher quanto o Islã", afirma Samir El Hayek, tradutor do "significado do Corão" para o português (os muçulmanos só chamam de Corão a versão original em árabe). Como exemplos, cita o direito da mulher muçulmana de escolher seu marido, pedir o divórcio, receber herança e votar. É inegável que em boa parte dos países muçulmanos as mulheres ainda são tratadas como cidadãs de segunda classe - apesar de as Escrituras muçulmanas afirmarem que homens e mulheres são iguais perante Deus. Para alguns estudiosos, no entanto, isso resultaria da cultura de cada país. A proibição de as mulheres dirigirem carro na Arábia Saudita e de votarem no Kuait, por exemplo, seriam traços de sociedades patriarcais. "O machismo não é privilégio de um povo. A mulher japonesa não anda atrás do homem? Isso é machismo. A maioria dos povos é machista. O árabe não é exceção", afirma Hayek.

Uma imagem que povoa o imaginário ocidental é a de califas rodeados de haréns, no melhor estilo As Mil e Uma Noites. De fato, o Corão permite a poligamia e estabelece que um homem pode ter até quatro mulheres, desde que tenha condições de sustentá-las e de garantir os mesmos direitos para todas. Na época de Muhammad, no entanto, um homem podia ter quantas mulheres quisesse. A lei islâmica estabelece que o homem deve passar a mesma quantidade de tempo com cada uma das esposas, além de tratá-las financeira e legalmente com eqüidade. Também não deve demonstrar preferência por nenhuma delas, mas estima-las e amá-las por igual. Uma tarefa que, convenhamos, não é nada fácil de ser colocada em prática. "O Islã dificultou a poligamia. Apenas, 3% dos muçulmanos hoje são polígamos", diz o sheik Ali Abdulle, presidente da Assembléia Mundial da Juventude Islâmica da América Latina.

"A mulher tem privilégios no Islamismo. Ela não tem obrigação com os deveres da casa, nem de trabalhar e sustentar a família. Esses últimos são deveres do homem", afirma a muçulmana Fátima Dargham, de 34 anos. Entre os deveres da mulher estão o de cuidar do marido e dos filhos e o de estudar. "Procurar o conhecimento é uma obrigação de todo o muçulmano e toda a muçulmana', diz o profeta. Ao contrário do que se pensa, o uso de burqas, como se viu no Afeganistão sob o regime dos talibãs, não é determinado pelo Corão. O livro sagrado afirma apenas que as mulheres devem se vestir com pudor. Para os ocidentais, as mulheres encobertas por roupas são sinal de atraso e discriminação.

Mas para os muçulmanos, a verdadeira tirania é a ditadura da moda ocidental, que exige padrões inalcançáveis de peso e beleza. "A falta de respeito e a opressão contra a mulher ocorrem no ocidente, onde a nudez dela é usada para vender tudo, de sabonete a cerveja", afirma o sheik Jihad.

IGREJA E ESTADOS JUNTOS?

As revelações feitas ao profeta Muhammad foram compiladas no Corão, que traz uma série de instruções para a vida pública. "O Corão é uma Constituição que fala sobre todos os detalhes da vida do ser humano", diz o sheik Jihad. Diferentemente de Jesus, que viveu numa época de 'pax romana', Muhammad viveu numa soociedade violenta e tornou-se ele mesmo um estadista. Por isso, para os muçulmanos não faz sentido diferenciar a esfera política da religiosa, já que o Corão é um sistema de vida completo. "Essa separação ocorreu no Ocidente porque a Igreja Católica, quando assumiu o poder, simplesmente limitou a atividade intelectual. Ela não permitia que descobertas científicas fossem reveladas. Basta lembrar o caso de Galileu (perseguido pela Igreja Católica por defender que a Terra girava em torno do Sol, e não o contrário). A conseqüência disso no Ocidente foi a separação entre a Igreja e o Estado", afirma Samir El Hayek.

Depois da morte de Muhammad, em 632, a comunidade islâmica estabeleeceu um governo e leis de acordo com o Corão e a Szma, tradição composta peelos atos e dizeres do profeta, os hadiths. A lei islâmica, conhecida como sharia, foi compilada por especialistas religioosos e refere-se a qualquer atividade indiividual ou comunitária. No princípio, o guardião da sharia era o califa, sucessor do profeta, líder religioso e político da comunidade islâmica. Esse casamento entre Estado e religião no Islã permaneece até hoje. Mesmo em países muçullmanos como o Egito, que têm uma Constituição no estilo ocidental, quallquer lei deve ter por base a sharia. Em nações como a Arábia Saudita, a sharia é considerada o único código legal.

O ISLÃ E A CIÊNCIA

"Procurai a ciência mesmo que seja na China", disse o profeta Muhammad. Na época em que ele viveu, nos séculos 6 e 7, a China era um dos lugares mais longínquos conhecidos pelos árabes. Para os muçulmanos, Deus criou todas as coisas e, por isso, o estudo da criação aponta para os caminhos divinos. .. Aquele que sai de casa em husca do conhecimento está trilhando o caminho de Deus", afirmou o profeta.

O desenvolvimento científico prosperava nos primeiros séculos de expansão islâmica, Assim como hoje, os centros de pesquisa dos Estados Unidos e da Inglaterra são referência em todo o mundo. Naquela epoca, Bagdá e Córdoba eram a vanguarda do conhecimento No século 10, foi criada a primeira universidade do mundo, a Universidade de Azhar, no Cairo, Egito, que atraia muçulmanos de toda a parte.

As contribuições dos Árabes nos campos da filosofia, matemática, astronomia, química e medicina foram inúmeras. Basta lembrar que a álgebra é uma ciência que criaram. Logaritmos e algoritmos foram invenções de matemáticos árabes. A alquimia, embrião da química chegou à Europa pelas invasões árabes.

Os eruditos árabes ajudaram a salvar do esquecimento um conjunto de textos gregos antigos ligados à matemática, à astronomia e à medicina. Essas traduções eram pagas a peso de ouro pelos califas. Filósofos gregos como Aristote!es e Platão, inteiramente esquecidos pela Europa medieval, foram traduzidos para o árabe em 800.

A morte do profeta provocou uma cisão na comunidade muçulmana, já que Muhammad não havia escolhido quem o sucederia. Os que achavam que o sucessor, ou califa, deveria ser o homem mais qualificado escolheram Abu Bakr, amigo próximo do profeta. Eles se tornaram os muçulmanos sunitas, aqueles que seguem os costumes (suna) de Muhammad. Outros achavam que o parente mais próximo do profeta, seu primo e genro ShyahAli, deveria sucedê-lo. São os chamados xiitas, partidários de Ali. Os xiitas representam hoje 15% dos muçulmaanos em todo o mundo. Quase todos os 85% restantes são sunitas.

OS CINCO PILARES DO ISLÃ

Veja os princípios que todo fiel deve seguir:

1 - FÉ

Para se tornar muçulmano, é necessário fazer uma declaração de fé dividida em duas partes. Na primeira, o fiel deve verbalizar que não há outra divindade além de Allah. Na segunda, deve afirmar que Muhammad é mensageiro de Deus.

2 - ORAÇÃO

Todo muçulmano deve praticar a oração cinco vezes ao dia: ao amanhecer, ao meio-dia, no meio da tarde, ao pôr-do-sol e à noite. A oração deve ser feita em árabe em direção à cidade de Meca, na Arábia Saudita.

3 - CARIDADE

A Zakat é um contribuição anual concedida aos necessitados. Envolve o pagamento de 2,5% do lucro líquido do muçulmano. E só pode ser destinada a pobres, órfãos e viúvas, e para a quitação de dívidas alheias, ou para apoiar pessoas que trabalham em causas divinas, como a construção de hospitais, mesquitas e escolas religiosas.

4 - JEJUM

Todo o ano, durante o Ramadã (nono mês do callendário lunar islâmico), todos os fiéis deve jejuar. Do amanhecer até o pôr-do-sol, eles se abstêm de comida, bebida e relações sexuais. No crepúsculo, o jejum é quebrado. O mês termina com o banquete da quebra do jejum, chamado EID-ALL-FITR.

5 - PEREGRINAÇÃO

Todo adulto deve fazer pelo menos uma vez na vida uma peregrinação ao santuário da Caaba, em Meca, desde que tenha condições físicas e financeiras para isso. O HAJI anual começa no 12º mês do calendário islâmico. O ritual termina com um festival, o EID-AL-ADHA, celebrado com orações e troca de presentes.

CRENÇA FUNDAMENTALISTA

Há muitas semelhanças entre o Islamismo e as outras duas religiões monoteístas, o Judaísmo e o Cristianismo. As três religiões são chamadas de abraâmicas, pois identificam suas origens no patriarca Abraão. Em 610, numa caverna no monte Hira, no Vale de Meca, Muhammad teria recebido a palavra de Deus do anjo Gabriel, o mesmo que mais de 600 anos antes teria visitado Maria para anunciar a chegada de Jesus. Os muçulmanos acreditam que Noé, Abraão, Moisés e Jesus, entre outros, também foram profetas e receberam mensagens divinas. O último deles, porém, foi Muhammad, que não será sucedido por nenhum outro. Para os muçulmanos, Deus revelou ao longo da história as escrituras, a Tord, os salmos, o Evangelho e o Corão. Como boa parte das mensagens foi distorcida, segundo os fiéis islâmicos, o Corão - a versão definitiva da palavra divina - teria primazia sobre todas elas.

Além de compartilhar do conjunto de crenças acima, todo muçulmano deve colocar em prática os cinco pilares do Islamismo: fé, oração, caridade, jejum e peregrinação. A HAJI, ou seja, a peregrinação à Meca, é tida por muitos muçulmanos como o clímax de sua vida espiritual. "Ao dar voltas e chegar cada vez mais perto da Caaba, você se sente como um fio d'água que se junta a um grande rio. Levado pela onda, perde o contato com o chão. De repente, está flutuando, levado pela correnteza. Ao se aproximar do centro, a pressão da multidão comprime com tamanha força que se recebe uma vida nova", descreveu o filósofo iraniano Ali Shariati.

A cada ano cerca de 2 milhões de pessoas se reúnem para fazer a peregrinação. Os rituais incluem percorrer sete vezes a distância entre os montes Safa e Marwa e dar sete voltas em torno da Caaba, uma estrutura em formato de cubo, envolta num tecido preto coberto de versos do Corão. Todos vestem a indumentária tradicional, que apaga as distinções de classe. "O sentimento de irmandade e igualdade entre os muçulmanos nasce da peregrinação. Porque todos, de diferentes raças, sejam governantes ou governados, ricos ou pobres, estão em pé de igualdade, vestindo a mesma roupa. Para que não haja distinções entre um e outro e para mostrar que todo ser humano é, no fundo, igual", conta Hayek.

Quem já esteve em Meca afirma que o sentimento produzido pela peregrinação é único. "É a maior assembléia cultural que se pode imaginar. No meio daquele mundaréu de gente, de todos os países e falando todas as línguas, voocê se sente parte de uma comunidade maior", afirma o sheik Jihad, que morou 11 anos na Arábia Saudita. "Você não vai lá para se divertir .. Mas, no fim, o sabor de tudo isso é muito maior. É uma força poderosíssima que toma conta do fiel. É como se você tivesse nascido novamente. A fé é fortalecida e você tem a certeza da presença de Deus", diz o sheik Jihad. "Só quem esteve lá pode entender o que é isso."

Lia Rama - Revista Religiões - Super interessante


endereço: http://www.comunidadeespirita.com.br/

imagem: www.historiadomundo.com.br


18 comentários:

Jeanne disse...

Gostei muito de saber sobre o islamismo, eu sabia muito pouco desta religião, mas sempre respeitei como respeito a todas as religiões, temos que aceitar as diferenças.
Beijos

Anônimo disse...

Deus deu o livre arbitro para toda pessoa escolher seu caminho na terra, porem deixou as escrituras sagradas, quem quiser ter o nome no livro da vida siga o ensinamento do pastor jesus.

Anônimo disse...

E melhor se informar direito sobre a verdadeira face do Islã, não a nada de paz. São praticantes de uma intolerância desmedia, com todos aqueles que não são muçulmanos, Cristão por exemplo, estão sendo mortos por motivos banais no oriente médio , veja na Somaria e Paquistão, morrem cerca de 50 cristão por dia,assassinados por muçulmanos,as mulheres são outras vitimas, e é consideradas meros animais onde a lei islâmica "sharia" e aplicada, e podem ser mortas pelo seus maridos no momento que este desejar, ou seja está pseudo religião e perigosa e está acabando com as liberdades individuais e religiosas, o Espiritismo será uma vitima do Islã, logo nas próximos 20 anos, e vai ser extirpado da Europa junto com o Cristianismo,Isso é um fato que já recentemente acontece na França, o Berço de Allan Kardec e da amada doutrina espírita.Judeus Franceses estão migrando em massa para Israel, para não serem vitimados pela intolerância do domínio Islâmico na Europa.
Uma religião que usam metodos de tortura como punição ade infieis, e que fazem decaptação de seres humanos como ato de fé, uma religião que adora a morte, e adora derramar sangue de pessoas inocente.
Usam a espada para resolver e doutrinar, isto contradiz os ensinamentos de Cristo e do Espiritismo.
Não se iludam irmão espíritas, a informação e a melhor arma.

Livre Pensadora disse...

Uma religiao e boa se incita a pratica do bem. Se uma religiao encoraja a pratica do mal essa religiao e nociva. Tenho amigos muculmanos e os respeito, existem pessoas boas e mas em todas as religioes. Contudo, o Islamismo e uma religiao radical e perigosa. Que o homem e a mulher sejao iguais perante Deus segundo o Alcorao, e falso! Esta escrito que Allah fez um superior ao outro, que a mulher deve ser castigada em caso de desobediencia ao seu marido, a mulher pode herdar sim, mas nao na mesma proporcao que o homem,nao lhe cabe a mesma parte na heranca, o testemunho de uma mulher nao tem o mesmo valor, etc.
Os idolatras devem ser mortos, Allah recompensara quem morra em guerras santas pelo Isla. E o muculmano deve abster-se de relacoes sexuais a nao ser com suas esposas e escravas capturadas em batalha, ainda que fossem casadas! Um homem pode se divorciar de uma mulher bastando para isso dizer 3 vezes " Eu te divorcio", pode ate permanecer casado apenas dias ou horas. Mas a mulher nao pode se divorciar por sua livre vontade!
Para mim os unicos Mestres religiosos legitimos, nao contaminados com preconceitos inerentes a sua epoca, foram Jesus e Buda. Quanto a judeus e muculmanos, seus livros sagrados necessitam de seria renovacao.
Se e verdade que a Igreja Catolica e outras cometeram muitas atrocidades ao longo dos seculos (Inquisicao, Cruzadas, etc), nada disso tem por base os ensinamentos de Jesus Cristo, que explicitamente condena toda violencia.
Ja as atitudes dos muculmanos, embora alguns sejam mais radicais que outros, tem sim respaldo no Alcorao.
Quem quiser se informar melhor, leia o Alcorao em portugues:
http://www.islam.com.br/quoran/traducao/s04_an_nissa.htm
Este site, em ingles, faz uma analise da doutrina islamica citando versiculos dos livros sagrados:
http://www.answering-islam.org/Authors/Fisher/Topical/index.htm

Marco ;aurélio disse...

Com inteira razão Livre Pensadora. É preciso, a bem da verdade e para a sobrevivência das sociedades cristãs, se livrar de todas estas ardilosas e sutis mistificações sobre o Islamismo. Não há como ter complacência com textos que relativizam, suavizam, omitem e parcializam opiniões sobre essa crença. É preciso compreender igualmente que não é apenas o Alcorão a ditar as regras da religião, as Hadiths baseados nas vivências de Maomé complementam, explicam e servem como guia também. E só para citar um exemplo, são nessas Hadiths que se encontram as bases para a Shari'a, a lei que prevê apedrejamento de mulheres e a mutilação genital feminina. Para quem quiser assistir a um documentário sério e feito por especialistas, por um mulçumano convertido ao cristianismo e um ex-terrorista é só clicar neste Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=FpBR3u6_JkM. Neste documentário todos poderão ver que o terrorismo não é uma aberração dentro do Islamismo, ele é antes uma forma de fundamentar como os crentes devem lidar com os infiéis.

ze miguel disse...

Irmãos, onde mais da metade da população e mulsumana adeus liberdade de crença. Fiquem atentos.

Sumaiyah Mattos disse...

A Paz de Deus esteja com você!

Gostei muito do post e acabei me lembrando de um desejo antigo meu em escrever comparaõçes teológicas entre as duas religiões, afinal eu fui espírita antes de me converter ao Islam.

Muito obrigada por contribuir positivamente na divulgação do Islam, que é verdadeiramente uma doutrina de paz.

Fique com Deus, mantenha contato!

Paz.

J.L.Tejo disse...

Para vocês e seus preconceitos contra o Islã :-)

"Kardec, Maomé, o Islã e a Reencarnação" - http://www.oconsolador.com.br/ano4/199/jose_moura.html

Alexandre Medeiros disse...

Já está provado historicamente que as supostas contribuições científica dos muçulmanos eram, na verdade, conhecimentos usurpados de outros povos.
Os números, por exemplo, vieram dos hindus.
Só tenho mais duas coisas a dizer para quem quer mesmo saber o que o Islão pensa de nós: capítulo 9 do Corão (último capítulo revelado por Maomé antes da sua morte) e "taqiyya."

Alexandre Medeiros disse...

http://infielatento.blogspot.com/2014/11/taquia-taqiyya-no-alcorao-e-Sharia.html?m=0

Alexandre Medeiros disse...

http://www.thereligionofpeace.com/pages/quran/taqiyya.aspx

Alexandre Medeiros disse...

http://infielatento.blogspot.ca/2012/07/de-que-modo-taqiyya-altera-as-regras-de.html?m=1

Alexandre Medeiros disse...

http://infielatento.blogspot.ca/2012/08/judaismo-e-cristianismo-tao-violentos.html?m=1

Alexandre Medeiros disse...

http://infielatento.blogspot.ca/2012/06/ab-rogacao-ala-muda-de-ideia-medida-que.html?m=1

Alexandre Medeiros disse...

http://infielatento.blogspot.com/2011/06/lei-islamica-sharia-para-os-nao.html?m=1

Alexandre Medeiros disse...

Isto é islão
http://infielatento.blogspot.ca/2013/07/como-se-atreve-natureza-supremacista_18.html?m=1

Alexandre Medeiros disse...

http://infielatento.blogspot.ca/2013/08/jihad-contra-o-budismo-mais-uma-vez-o.html?m=1

Alexandre Medeiros disse...

Tipos de jihad
https://m.youtube.com/watch?v=1QRby9EZ-_c

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